Tuesday, July 14, 2009

O estado da arte das tecnologias de Bluetooth Marketing

Achei esse artigo bem interessante, que fala no estado da arte das tecnologias de Bluetooth Marketing.


Link de Acesso: http://wagemobile.com.br/artigos_o_estado_da_arte_das_tecnologias_de_bluetooth_marketing.html

Monday, July 13, 2009

PETIC SEAD/SE 2.0

Mudanças que as tecnologias de comunicação favorecem

Cada tecnologia modifica algumas dimensões da nossa inter-relação com o mundo, da percepção da realidade, da interação com o tempo e o espaço. Antigamente o telefone interurbano -por ser caro e demorado- era usado para casos extremos. A nossa expectativa em relação ao interurbano se limitava a casos de urgência, economizando telegraficamente o tempo de conexão.Com o barateamento das chamadas, falar para outro estado ou país vai tornando-se mais habitual, e ao acrescentar o fax ao telefone, podemos enviar e receber também textos e desenhos de forma instantânea e prazerosa.

O telefone celular vem dando-nos uma mobilidade inimaginável alguns anos atrás. Posso ser alcançado,se quiser, ou conectar-me com qualquer lugar sem depender de ter um cabo ou rede física por perto. A miniaturização das tecnologias de comunicação vem permitindo uma grande maleabilidade, mobilidade, personalização (vide walkman, celular, notebook...), que facilitam a individualização dos processos de comunicação, o estar sempre disponível (alcançável), em qualquer lugar e horário. Essas tecnologias portáteis expressam de forma patente a ênfase do capitalismo no individual mais do que no coletivo, a valorização da liberdade de escolha, de eu poder agir, seguindo a minha vontade. Elas vêem de encontro a forças poderosas, instintivas, primitivas dentro de nós, às quais somos extremamente sensíveis e que, por isso, conseguem fácil aceitação social.

A tecnologia de redes eletrônicas modifica profundamente o conceito de tempo e espaço. Posso morar em um lugar isolado e estar sempre ligado aos grandes centros de pesquisa, às grandes bibliotecas, aos colegas de profissão, a inúmeros serviços. Posso fazer boa parte do trabalho sem sair de casa. Posso levar o notebook para a praia e, enquanto descanso, pesquisar, comunicar-me, trabalhar com outras pessoas à distância. São possibilidades reais inimagináveis há pouquíssimos anos e que estabelecem novos elos, situações, serviços, que, dependerão da aceitação de cada um, para efetivamente funcionar.

Para atualizar-me profissionalmente posso acessar cursos à distância via computador, receber materiais escritos e audiovisuais pelo WWW (tela gráfica da Internet, que pode captar e transmitir imagens, sons e textos). Estamos começando a utilizar a videoconferência na rede, que possibilita a várias pessoas, em lugares bem diferentes, ver-se, comunicar-se, trabalhar juntas, trocar informações, aprender e ensinar. Muitas atividades que nos tomavam tempo e implicavam em deslocamentos, filas e outros aborrecimentos, vamos poder resolvê-las através de redes, esteja onde estiver. Até há poucos anos íamos várias vezes por semana ao banco, para depositar, sacar, pagar contas...

Hoje em alguns terminais eletrônicos podemos realizar as mesas tarefas. Estamos começando a fazer as mesmas tarefas sem sair de casa. Também estamos começando a poder fazer o supermercado sem sair de casa, a comprar qualquer objeto via tele-marketing. Isto significa que o que antes justificava muitas das nossas saídas, hoje não é mais necessário.

A partir de agora, só sairemos quando achar-mos conveniente, mas não para fazer coisas externas por obrigação. Sairemos porque queremos, não por imposição das circunstâncias.
Cada inovação tecnológica bem sucedida modifica os padrões de lidar com a realidade anterior, muda o patamar de exigências do uso. Com o aumento do número de câmeras, torna-se normal mostrar, no futebol, vôlei ou basquete, a mesma cena com vários pontos de vista, de vários ângulos diferentes. Quando isso não acontece, quando um gol não é mostrado muitas vezes e de diversos ângulos, sentimo-nos frustrados e cobramos providências. Antes do replay precisávamos ir ao campo para assistir um jogo.

Com a televisão ao vivo, sem videotape, dependíamos da câmera não ter perdido o lance e só podíamos assisti-lo uma vez. Depois o replay foi uma grande inovação, mas era difícil de operar e ficávamos felizes quando havia uma repetição -a mesma- do mesmo lance. Hoje repetir, com muitas câmeras, que nos dão diversos pontos de vista é o normal e foi incorporado a narrativa.Nossas expectativas vão modificando-se com o aperfeiçoamento da tecnologia.

Uma mudança significativa -que vem acentuando-se nos últimos anos - é a necessidade de comunicar-nos através de sons, imagens e textos, integrando mensagens e tecnologias multimídia. O cinema começou como imagem preto e branco. Depois incorporou o som, a imagem colorida, a tela grande, o som estéreo. A televisão passou do preto e branco para o colorido, do mono para o estéreo, da tela curva para a plana, da imagem confusa para a alta definição.Estamos passando dos sistemas analógicos de produção e transmissão para os digitais. O computador está integrando todas as telas antes dispersas, tornando-se, simultaneamente, um instrumento de trabalho, de comunicação e de lazer. A mesma tela serve para ver um programa de televisão, fazer compras, enviar mensagens, participar de uma videoconferência.

A comunicação torna-se mais e mais sensorial, mais e mais multidimensional, mais e mais não linear. As técnicas de apresentação são mais fáceis hoje e mais atraentes do que anos atrás, o que aumentará o padrão de exigência para mostrar qualquer trabalho através de sistemas multimídia. O som não será um acessório, mas uma parte integral da narrativa. O texto na tela aumentará de importância, pela sua maleabilidade, facilidade de correção, de cópia, de deslocamento e de transmissão.

Com o aperfeiçoamento nos próximos anos da fala através do computador e como não necessitaremos de um teclado, dependeremos menos da escrita e mais da voz. Dependeremos menos do inglês para comunicar-nos porque disporemos de programas de tradução simultânea.
Com o aperfeiçoamento da realidade virtual, simularemos todas as situações possíveis, exacerbaremos a nossa relação com os sentidos, com a intuição. Vamos ter motivos de fascinação e de alienação. Podemos comunicar-nos mais ou alienar-nos muito mais facilmente que antes. Se queremos fugir, encontraremos muitas realidades virtuais para fugir, para viver sozinhos. Nossa mente é a melhor tecnologia, infinitamente superior em complexidade ao melhor computador, porque pensa, relaciona, sente, intui e pode surpreender. Por isso o grande re-encantamento temos que fazê-lo conosco, com a nossa mente e corpo, integrando nossos sentidos, emoções e razão. Valorizando o sensorial, o emocional e o lógico. Desenvolvendo atitudes positivas, modos de perceber, sentir e comunicar-nos mais livres, ricos, profundos. Essa atitude re-encantada de viver potencializará ainda mais nossa vida pessoal e comunitária, ao fazer um uso libertador dessas tecnologias maravilhosas e não um uso consumista, de fuga.

Fonte: http://www.eca.usp.br/prof/moran/novtec.htm

Sunday, July 12, 2009

TI Verde

Hoje há uma grande preocupação com os recursos naturais e em algumas apresentações dos trabalhos foi abordada essa preocupação, quando se fala da economia de energia por exemplo. Por este motivo pesquisei mais sobre a tecnologia verde e encontrei este site. Aqui abordadrei o tecnologia blade que se preocupa com a redução no consumo de energia.

Aproveite e conheça melhor a proposta da TI Verde.

Acesse o site e Boa leitura!!!

Fonte: http://tiverdebr.blogspot.com/2008/01/servidores-blade.html

Armazenamento de dados em rede para pequenas empresas

Pessoal,

Achei bastante interessante esta matéria que descreve um assunto bastante atual que é o armazenamento dos dados em rede e com solução voltada para as pequenas empresas.

Acesse o site e Uma ótima leitura!

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/07/06/conheca-opcoes-de-armazenamento-em-rede-para-pequenas-empresas/

Saturday, July 4, 2009

Thursday, July 2, 2009

Por que usar um Portal Corporativo ?

Virtualização de Aplicativos

A técnica consiste em ter uma única cópia de determinado aplicativo, instalada em um servidor virtual; usuários que desejarem ter acesso a tal aplicativo podem fazê-lo diretamente, sem a necessidade de que ele também esteja instalado na máquina física.

Além disso é um sistema de entrega de aplicativos gerenciados no datacenter e os entrega como um serviço on-demand aos usuários em qualquer lugar usando qualquer dispositivo. Essa solução reduz os custos do gerenciamento de aplicativos em até 50%, entrega qualquer aplicativo instantaneamente para usuários em qualquer lugar e aperfeiçoa a segurança dos aplicativos e dos dados.

Esta é uma prática que vem chamando a atenção de várias empresas pela significativa redução de custos com licenças.

Gestão de Pessoas em Tecnologia da Informação – Uma visão ...

As organizações vêm sendo pressionadas em direção à modernização na forma de gerir pessoas: se por um lado essas necessitam do maior envolvimento e comprometimento das pessoas, por outro, também as pessoas estão mudando sua expectativa perante o trabalho. Nesse contexto, é analisado o modelo People Capability Maturity Model- P-CMM-, proposto como um instrumento capaz de guiar as organizações de software na modernização de sua cultura e das práticas relacionadas a gestão de pessoas de maneira evolutiva. Para tanto, a importância da forma de gerir pessoas é apresentada através da discussão das causas que levam as organizações a perder seus profissionais e as conseqüências tangíveis e intangíveis desse fato. Ainda, a título de diferenciação frente ao P-CMM, outros modelos e metodologias em suas abordagens relacionadas a pessoas, são brevemente analisados e confrontados por meio de uma tabulação. Finalmente, foram apresentados os efeitos e benefícios observados sobre a taxa de rotatividade, e os níveis de produtividade e qualidade de organizações de software que se encontram em diferentes níveis de maturidade do P-CMM.

O que é um Data Warehouse?

Um data warehouse (ou armazém de dados) é um sistema de computação utilizado para armazenar informação relativa às atividades de uma organização em banco de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios e análise de grandes volumes de dados e obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados então são somente para leitura e não podem ser alterados.

A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.

Os data warehouse surgiram como conceito acadêmico na década de 80. Com o amadurecimento dos sistemas de informação empresariais, as necessidades de análise dos dados cresceram paralelamente. Os sistemas transacionais não conseguiam cumprir a tarefa de análise com a simples geração de relatórios.

Nesse contexto a implementação do data warehouse passou a se tornar realidade nas grandes corporações. O mercado de ferramentas de data warehouse, que faz parte do mercado de Business Intelligence, cresceu então, e ferramentas melhores e mais sofisticadas foram desenvolvidas para apoiar a estrutura do data warehouse e sua utilização.

Pela sua capacidade de sumarizar grandes volumes de dados e de possibilitar análises os data warehouses são atualmente o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio a decisão das principais soluções de Business Intelligence do mercado.

Geralmente o data warehouse não armazena informações sobre os processos correntes de uma única atividade de negócio e sim cruzamentos e consolidações de várias unidades de negócios de uma empresa.

As ferramentas OLAP (Online Analytical Processing) tem como função a navegação nos dados de um data warehouse, possuindo uma estrutura adequada tanto para as pesquisas como para a apresentação das informações.

Nas ferramentas de navegação OLAP é possível navegar entre diferentes granularidades (detalhamento) de um cubo de dados. Através de um processo chamado Drill o usuário pode aumentar (Drill down) ou diminuir (Drill up) o nível de detalhamento dos dados. Por exemplo um relatório pode estar consolidado por Países. Fazendo um Drill down os dados passam a ser apresentados por estados, cidades, bairros e assim sucessivamente até o menor nível possível. O processo contrário Drill up faz com que os dados sejam consolidados em níveis superiores.

Outra possibilidade apresentada pela maioria das ferramentas de navegação OLAP é a de rearranjar colunas e linhas. É possível trocar a ordem de colunas e linhas bem como suprimí-las ou exibir aquelas que estejam ocultadas na visualização dos dados.

A possibilidade de manipular dados e formas de apresentação de maneira rápida é um dos pontos fortes de um data warehouse. Essa característica faz com que os relatórios sejam mais comumente utilizados em tela e não impressos. O analista de informação ou pessoa que precisa dos dados, pode então navegar nas informações por diversas maneiras e ao final pode imprimir e até mesmo salvar aquela visão para uma futura consulta.

Fonte: Gelson Petuco é membro da Câmara Setorial de Tecnologia do Núcleo de Logística do RS e gerente de Projetos da SPM-ti Informática Ltda

Monday, June 29, 2009

PETIC - SEAD/SE

Olá! Pessoal,

Considere este como o último, o anterior as imagens não estava mostrando porém o conteúdo permanece o mesmo.

Boa leitura.

Sunday, June 21, 2009

Análise da Maturidade dos Processos de Negócio da Instituição X através do Estudo do CobiT

Pessoal,

Em pleno domingo de sol estou aqui postando mais um contribuição para o nosso estudo.
Procurando algo mais sobre PETIC me deparei com esse artigo, o interessante é que depois vi que ele está postado num blog do profº Rogério então postarei aqui um trecho e vcs podem visitar o site que acharem mais interessante.
Abraços. Uma ótima leitura.
Dia:21/06/09 12:38 h

Trecho do artigo
"O PETIC é uma nova metodologia para dar suporte à GTIC que está sendo concebida na instituição X. Como o próprio nome diz, consiste em um conjunto de normas e diretrizes para a concepção de um planejamento estratégico voltado para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Através dele, é feita uma avaliação das condições atuais da empresa e, baseando-se nelas, são previstas futuras necessidades de TIC. O planejamento consiste na realização de processos seqüenciais a fim de determinar objetivos e metas que podem ser alcançados utilizando recursos de TIC [Vicente et al 2007]. Esses recursos, que podem ser tecnologias, dados, aplicações e pessoas, são escolhidos com o intuito de constituir um conjunto de Sistemas de Informação que suporte eficiente e eficazmente o negócio."

links: http://petic-2009.blogspot.com/
http://www.scribd.com/doc/13153116/Analise-da-Maturidade-dos-Processos-de-Negocio-da-Instituicao-X-atraves-do-Estudo-do-CobiT?autodown=txt

Wednesday, June 10, 2009

Pesquisa TIC Empresas 2008

Achei bastante interessante esta pesquisa, ela aborda uma Análise sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) nas empresas em 2008 que mediu o uso das tecnologias de comunicação e informação em empresas, o acesso a computadores e à Internet, o uso de governo eletrônico, comércio eletrônico, segurança na rede, habilidades em TI, entre outros feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação - CETIC.br. O CETIC é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no país. Acessem o link: http://www.cetic.br/empresas/2008/analise-tic-empresas-2008.pdf Boa leitura.
A tabela abaixo é uma das análises que estão descritas no módulo F, pág 23.


Fonte: http://www.cetic.br/indicadores.htm

Thursday, May 28, 2009

Importância da adoção a um Modelo de Qualidade (Gestão, Desenvolvimento)

Quando uma empresa decide dar início (ou sequência) a um programa de melhoria de qualidade com base em modelos, dois aspectos importantes e decisivos devem ser levados em consideração: (1) os objetivos e contexto dos negócios e (2)o modelo de referência a escolher.
A escolha de um determinado modelo, seja ele qual for, não deve ser feita pelo modelo em si e como fator isolado – apesar de sempre serem úteis os conhecimentos adquiridos pelo estudo e aplicação de determinados conceitos. No entanto, essa absorção de conhecimentos sobre o modelo deve ser um “efeito colateral desejado” e não um objetivo principal – a não ser que o objetivo de negócios da organização seja adquirir conhecimentos em modelos de qualidade.

Fonte: http://www.scribd.com/doc/4672517/Melhor-Escolha-para-Metodologias-de-Qualidade-de-Software

Sunday, May 24, 2009

Faz sentido o vínculo entre TI e gestão do conhecimento?

Pessoal, Achei este artigo bastante interessante e aborda um dos assuntos bem emergentes na área de TI nos últimos anos: O Vínculo entre TI e Gestão de Conhecimento.

"Ora, gestão do conhecimento é basicamente uma abordagem específica para tratar de processos, informação e pessoas, e não de tecnologia. Então, por que será que esse vínculo é tão forte? Acho que tenho algumas respostas, para as quais gostaria muito de ter o feedback de vocês. (Sérgio Storch)"




Saturday, May 23, 2009

O que cerveja tem a ver com fraldas?

Pessoal,

Procurando informações sobre Date Warehouse encontrei um artigo falando sobre
O que cerveja tem a ver com fraldas? E lembrei da aula. O artigo trás informações de como é importante uma empresa implantar um date warewhouse e elevar a produtividade.
Fonte: http://www.datawarehouse.inf.br/Artigos/cervejaefraldas.pdf

Arquitetura de Data Warehouse

Pessoal,

Li este artigo e achei bastante interessante para que ter uma visão da arquitetura de um Date Warehouse, suas vantagnes e desvantagens. Essa primeira parte abrange a implementação top-down, se gostarem leiam também a segunda parte. Uma ótima leitura. Autor: Peeter Bonomo http://imasters.uol.com.br/artigo/11417/gerencia/arquitetura_de_data_warehouse_-_parte_01/
"Em curto espaço de tempo o portal corporativo do conhecimento será um sistema de “missão crítica” – aquele sem o qual uma empresa simplesmente não consegue ser competitiva, não consegue sobreviver. "

Ricardo Saldanha

Fonte: http://www.intranetportal.com.br/estrategia/nove

Portais Corporativos e Gestão do Conhecimento

"Em curto espaço de tempo o portal corporativo do conhecimento será um sistema de “missão crítica” – aquele sem o qual uma empresa simplesmente não consegue ser competitiva, não consegue sobreviver. "

Ricardo Saldanha

Maiores informações acesse o link http://www.intranetportal.com.br/estrategia/nove