A técnica consiste em ter uma única cópia de determinado aplicativo, instalada em um servidor virtual; usuários que desejarem ter acesso a tal aplicativo podem fazê-lo diretamente, sem a necessidade de que ele também esteja instalado na máquina física.
Além disso é um sistema de entrega de aplicativos gerenciados no datacenter e os entrega como um serviço on-demand aos usuários em qualquer lugar usando qualquer dispositivo. Essa solução reduz os custos do gerenciamento de aplicativos em até 50%, entrega qualquer aplicativo instantaneamente para usuários em qualquer lugar e aperfeiçoa a segurança dos aplicativos e dos dados.
Esta é uma prática que vem chamando a atenção de várias empresas pela significativa redução de custos com licenças.
Thursday, July 2, 2009
Gestão de Pessoas em Tecnologia da Informação – Uma visão ...
As organizações vêm sendo pressionadas em direção à modernização na forma de gerir pessoas: se por um lado essas necessitam do maior envolvimento e comprometimento das pessoas, por outro, também as pessoas estão mudando sua expectativa perante o trabalho. Nesse contexto, é analisado o modelo People Capability Maturity Model- P-CMM-, proposto como um instrumento capaz de guiar as organizações de software na modernização de sua cultura e das práticas relacionadas a gestão de pessoas de maneira evolutiva. Para tanto, a importância da forma de gerir pessoas é apresentada através da discussão das causas que levam as organizações a perder seus profissionais e as conseqüências tangíveis e intangíveis desse fato. Ainda, a título de diferenciação frente ao P-CMM, outros modelos e metodologias em suas abordagens relacionadas a pessoas, são brevemente analisados e confrontados por meio de uma tabulação. Finalmente, foram apresentados os efeitos e benefícios observados sobre a taxa de rotatividade, e os níveis de produtividade e qualidade de organizações de software que se encontram em diferentes níveis de maturidade do P-CMM.
O que é um Data Warehouse?
Um data warehouse (ou armazém de dados) é um sistema de computação utilizado para armazenar informação relativa às atividades de uma organização em banco de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios e análise de grandes volumes de dados e obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados então são somente para leitura e não podem ser alterados.
A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.
Os data warehouse surgiram como conceito acadêmico na década de 80. Com o amadurecimento dos sistemas de informação empresariais, as necessidades de análise dos dados cresceram paralelamente. Os sistemas transacionais não conseguiam cumprir a tarefa de análise com a simples geração de relatórios.
Nesse contexto a implementação do data warehouse passou a se tornar realidade nas grandes corporações. O mercado de ferramentas de data warehouse, que faz parte do mercado de Business Intelligence, cresceu então, e ferramentas melhores e mais sofisticadas foram desenvolvidas para apoiar a estrutura do data warehouse e sua utilização.
Pela sua capacidade de sumarizar grandes volumes de dados e de possibilitar análises os data warehouses são atualmente o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio a decisão das principais soluções de Business Intelligence do mercado.
Geralmente o data warehouse não armazena informações sobre os processos correntes de uma única atividade de negócio e sim cruzamentos e consolidações de várias unidades de negócios de uma empresa.
As ferramentas OLAP (Online Analytical Processing) tem como função a navegação nos dados de um data warehouse, possuindo uma estrutura adequada tanto para as pesquisas como para a apresentação das informações.
Nas ferramentas de navegação OLAP é possível navegar entre diferentes granularidades (detalhamento) de um cubo de dados. Através de um processo chamado Drill o usuário pode aumentar (Drill down) ou diminuir (Drill up) o nível de detalhamento dos dados. Por exemplo um relatório pode estar consolidado por Países. Fazendo um Drill down os dados passam a ser apresentados por estados, cidades, bairros e assim sucessivamente até o menor nível possível. O processo contrário Drill up faz com que os dados sejam consolidados em níveis superiores.
Outra possibilidade apresentada pela maioria das ferramentas de navegação OLAP é a de rearranjar colunas e linhas. É possível trocar a ordem de colunas e linhas bem como suprimí-las ou exibir aquelas que estejam ocultadas na visualização dos dados.
A possibilidade de manipular dados e formas de apresentação de maneira rápida é um dos pontos fortes de um data warehouse. Essa característica faz com que os relatórios sejam mais comumente utilizados em tela e não impressos. O analista de informação ou pessoa que precisa dos dados, pode então navegar nas informações por diversas maneiras e ao final pode imprimir e até mesmo salvar aquela visão para uma futura consulta.
Fonte: Gelson Petuco é membro da Câmara Setorial de Tecnologia do Núcleo de Logística do RS e gerente de Projetos da SPM-ti Informática Ltda
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados então são somente para leitura e não podem ser alterados.
A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.
Os data warehouse surgiram como conceito acadêmico na década de 80. Com o amadurecimento dos sistemas de informação empresariais, as necessidades de análise dos dados cresceram paralelamente. Os sistemas transacionais não conseguiam cumprir a tarefa de análise com a simples geração de relatórios.
Nesse contexto a implementação do data warehouse passou a se tornar realidade nas grandes corporações. O mercado de ferramentas de data warehouse, que faz parte do mercado de Business Intelligence, cresceu então, e ferramentas melhores e mais sofisticadas foram desenvolvidas para apoiar a estrutura do data warehouse e sua utilização.
Pela sua capacidade de sumarizar grandes volumes de dados e de possibilitar análises os data warehouses são atualmente o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio a decisão das principais soluções de Business Intelligence do mercado.
Geralmente o data warehouse não armazena informações sobre os processos correntes de uma única atividade de negócio e sim cruzamentos e consolidações de várias unidades de negócios de uma empresa.
As ferramentas OLAP (Online Analytical Processing) tem como função a navegação nos dados de um data warehouse, possuindo uma estrutura adequada tanto para as pesquisas como para a apresentação das informações.
Nas ferramentas de navegação OLAP é possível navegar entre diferentes granularidades (detalhamento) de um cubo de dados. Através de um processo chamado Drill o usuário pode aumentar (Drill down) ou diminuir (Drill up) o nível de detalhamento dos dados. Por exemplo um relatório pode estar consolidado por Países. Fazendo um Drill down os dados passam a ser apresentados por estados, cidades, bairros e assim sucessivamente até o menor nível possível. O processo contrário Drill up faz com que os dados sejam consolidados em níveis superiores.
Outra possibilidade apresentada pela maioria das ferramentas de navegação OLAP é a de rearranjar colunas e linhas. É possível trocar a ordem de colunas e linhas bem como suprimí-las ou exibir aquelas que estejam ocultadas na visualização dos dados.
A possibilidade de manipular dados e formas de apresentação de maneira rápida é um dos pontos fortes de um data warehouse. Essa característica faz com que os relatórios sejam mais comumente utilizados em tela e não impressos. O analista de informação ou pessoa que precisa dos dados, pode então navegar nas informações por diversas maneiras e ao final pode imprimir e até mesmo salvar aquela visão para uma futura consulta.
Fonte: Gelson Petuco é membro da Câmara Setorial de Tecnologia do Núcleo de Logística do RS e gerente de Projetos da SPM-ti Informática Ltda
Monday, June 29, 2009
PETIC - SEAD/SE
Olá! Pessoal,
Considere este como o último, o anterior as imagens não estava mostrando porém o conteúdo permanece o mesmo.
Boa leitura.
Considere este como o último, o anterior as imagens não estava mostrando porém o conteúdo permanece o mesmo.
Boa leitura.
PETIC - SEAD/SE
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Saturday, June 27, 2009
Sunday, June 21, 2009
Análise da Maturidade dos Processos de Negócio da Instituição X através do Estudo do CobiT
Pessoal,
Em pleno domingo de sol estou aqui postando mais um contribuição para o nosso estudo.
Procurando algo mais sobre PETIC me deparei com esse artigo, o interessante é que depois vi que ele está postado num blog do profº Rogério então postarei aqui um trecho e vcs podem visitar o site que acharem mais interessante.
Abraços. Uma ótima leitura.
Dia:21/06/09 12:38 h
Trecho do artigo
"O PETIC é uma nova metodologia para dar suporte à GTIC que está sendo concebida na instituição X. Como o próprio nome diz, consiste em um conjunto de normas e diretrizes para a concepção de um planejamento estratégico voltado para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Através dele, é feita uma avaliação das condições atuais da empresa e, baseando-se nelas, são previstas futuras necessidades de TIC. O planejamento consiste na realização de processos seqüenciais a fim de determinar objetivos e metas que podem ser alcançados utilizando recursos de TIC [Vicente et al 2007]. Esses recursos, que podem ser tecnologias, dados, aplicações e pessoas, são escolhidos com o intuito de constituir um conjunto de Sistemas de Informação que suporte eficiente e eficazmente o negócio."
links: http://petic-2009.blogspot.com/
http://www.scribd.com/doc/13153116/Analise-da-Maturidade-dos-Processos-de-Negocio-da-Instituicao-X-atraves-do-Estudo-do-CobiT?autodown=txt
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TIC
Wednesday, June 10, 2009
Pesquisa TIC Empresas 2008
Achei bastante interessante esta pesquisa, ela aborda uma Análise sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) nas empresas em 2008 que mediu o uso das tecnologias de comunicação e informação em empresas, o acesso a computadores e à Internet, o uso de governo eletrônico, comércio eletrônico, segurança na rede, habilidades em TI, entre outros feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação - CETIC.br. O CETIC é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no país. Acessem o link: http://www.cetic.br/empresas/2008/analise-tic-empresas-2008.pdf Boa leitura.
A tabela abaixo é uma das análises que estão descritas no módulo F, pág 23.
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